Notícias
-
Qui, 19 Mai 2016 15:30:00 -0300
Brasil e Suécia: uma parceria promissora
Seminário de Excelência Brasil-Suécia reuniu cerca de com 200 pesquisadores, agências de fomento, representantes do governo, e gestores das universidades para discutir temas relacionados à investigação, internacionalização e colaboração relevantes para a Suécia e o Brasil.Seminário de Excelência Brasil-Suécia reuniu cerca de com 200 pesquisadores, agências de fomento, representantes do governo, e gestores das universidades para discutir temas relacionados à investigação, internacionalização e colaboração relevantes para a Suécia e o Brasil.
Aprimorar a cooperação científica, tecnológica e de inovação com a Suécia é uma iniciativa com grandes possibilidades. Isso porque, no topo dos principais rankings mundiais de inovação, a Suécia é um dos países que mais investem em Pesquisa & Desenvolvimento. Em 2012, 3,4% do PIB foi destinado à ciência e à tecnologia. O orçamento federal para o período 2013-2016 é de 464,6 milhões de dólares.
Esse gasto em P&D é fator fundamental para explicar por que a Suécia coleciona títulos quando o assunto é gerar novas tecnologias. A principal vertente do sucesso do sistema de inovação sueco é o tripé formado pela academia, empresa e governo. A construção de clusters (arranjos produtivos) e parques tecnológicos foi buscada como solução de mercado pelo governo sueco. O esforço integrado contou com financiamento público e privado para um objetivo comum. Essa dinâmica é um dos principais motivos de a Suécia ser origem de importantes inovações mundiais como o bluetooth, cinto de segurança de três pontos, zíper, fósforo, Skype, telefone celular, marca-passo, cortador de grama, aspirador de pó, dinamite, ultrassom, entre outros.
Toda essa capacidade científica e de desenvolvimento sueca vem sendo fruto de cooperações com o Brasil há décadas. Mas ainda há muito a ser aproveitado por ambos os países.
Para prospectar as mais variadas possibilidades de trabalho conjunto, o Brasil recebeu nos últimos dois dias - 17 e 18 e de Maio - uma delegação de cerca de 100 pesquisadores e autoridades e representante de instituições de fomento da Suécia para o Seminário de Excelência Brasil-Suécia.

O encontro aconteceu na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e contou com 200 pesquisadores suecos e brasileiros, agências de fomento e representantes do governo, juntamente com gestores das universidades para discutir temas relacionados com a investigação, a internacionalização e colaboração relevantes para a Suécia e o Brasil.
O encontro foi organizado pelo Swedish Academic Collaboration Forum (SACF), em colaboração com a Capes, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ministério da Educação e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
O SACF é formado por seis universidades suecas líderes de pesquisa, que se uniram para realizar seminários sobre educação superior em um grupo selecionado de países. Entre 2014 e 2016, serão realizados seminários na China, Indonésia, Singapura e República da Coreia, com uma reunião final, realizada em Estocolmo, na Suécia.
Suecos e brasileiros discutiram temas relacionados com a investigação, a internacionalização e colaboração relevantes para os dois países.
Na abertura do evento, o Presidente do CNPq, Hernan Chaimovich, lembrou que organizou um seminário entre Suécia e Brasil sobre nanotecnologia há 40 anos. "A história de cooperação científica entre os dois países é longa. Devemos nos empenhar agora para que as relações pessoais entre grupos de cientistas sejam institucionalizadas para que a cooperação chegue a outro patamar", ressaltou.

Chaimovich apresentou dados sobre publicações conjuntas mostrando que a parceria entre os dois países cresceu substancialmente. De 120 publicações em 2006, passou para 600 em 2015. "Cresceram em quantidade, qualidade e número de áreas envolvidas", disse. Chaimovich reforçou ainda que, além de áreas já fortes na cooperação - Física, Astronomia, Ecologia - há outras promissoras como Educação Inclusiva e Gênero.
No evento, o CNPq participou, ainda, da sessão temática "Fomento para promover uma colaboração de pesquisas de nível internacional", na terça-feira, com a Diretora de Cooperação Institucional, Glenda Mezarobba, na qual também estiveram presentes o Diretor Geral da agência de fomento sueca Vetenskapsrådet; o Vice-Reitor da Universidade de Estocolmo; o Diretor Científico da ESS (European Spallation Source); e o Coordenador Geral da CAPES, Luiz Filipe Grochocki.

No dia 18, o Diretor Substituto de Engenharias, Ciências Exatas, Humanas e Sociais do CNPq, Alexandre Garcia, compôs a mesa da sessão plenária sobre Possibilidade de Fomento, na qual foram apresentadas as demandas das sessões temáticas. Dentre os temas estavam educação inclusiva, nanotecnologia e desenvolvimento sustentável.

A proposta foi levantar as áreas de interesse comum aos dois países e promissoras para a cooperação e prospectar futuras parecerias.
Além do encontro na Capes, haverá também oficinas e seminários suplementares em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Campinas, Belém e São Paulo. Saiba mais sobre o encontro.
Brasil-Suécia
O Brasil ocupa a 23ª posição entre os países com maior número de publicações conjuntas com a Suécia. São 3113 artigos nos últimos 10 anos, apenas 1,5% do total de publicações suecas. A Suécia, por sua vez, é apenas o 21º país que mais possui publicações conjuntas com o Brasil (1,1% do total de artigos do Brasil).
O Acordo sobre Cooperação Econômica, Industrial e Tecnológica, assinado em 1984, foi o primeiro instrumento a regulamentar a cooperação entre Brasil e Suécia. No entanto, só em 2007 as primeiras negociações para a definição da cooperação em C&T entre os dois países tiveram início. A Suécia destaca-se como grande importador do etanol brasileiro na União Europeia, tendo, por conseguinte, o Governo daquele país grande interesse na cooperação bilateral em biocombustíveis de segunda geração. Assim, em 11 de setembro de 2007, foi assinado o Memorando de Entendimento entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo do Reino da Suécia sobre Cooperação na Área de Bioenergia, incluindo Biocombustíveis.
Hoje, estão presentes no Brasil mais de 200 empresas suecas, sendo que a maioria das multinacionais tem suas próprias instalações fabris em território brasileiro. A receita da indústria sueca no mercado brasileiro em 2011 ultrapassou R$ 36 bilhões e essas empresas são responsáveis por 70 mil empregos no país.
Em maio de 2011 foi inaugurado, em São Bernardo do Campo (SP), o Centro de Pesquisa e Inovação Sueco-Brasileiro (CISB) que tem como objetivo proporcionar uma ativa cooperação entre organizações industriais, governamentais e acadêmicas do Brasil e da Suécia. O Centro, que é uma associação para pesquisa e inovação sem fins lucrativos, funciona como ponto central internacional para identificar, desenvolver e apoiar projetos de pesquisa e desenvolvimento de alta tecnologia, em um largo espectro de setores e áreas de tecnologia. Os parceiros proponentes são: Prefeitura de São Bernardo do Campo, Universidade Federal do ABC, SAAB, CSIR e Lindholen Science Park. As áreas prioritárias do centro são: Transporte e Logística, Energias Renováveis, Cidades do Futuro e Defesa e Segurança. Entre os resultados obtidos pelo CISB destaca-se a parceria firmada entre a empresa brasileira Vale Solução em Energia (VSE) e a sueca Scania, para desenvolvimento, produção e comercialização de motores a etanol e suas aplicações.
Em março de 2012, o CISB e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Tecnológico (CNPq/MCTI) assinaram acordo para conceder 100 bolsas para doutorado, pós-doutorado e pesquisador sênior no âmbito do programa Ciência sem Fronteiras, em parceria com a empresa sueca de segurança e defesa SAAB.
Em maio de 2013, foi assinado Acordo de Cooperação entre a FINEP e a Agência de Inovação da Suécia (VINNOVA). O Acordo tem como objetivo a consolidação de parcerias em inovação para promoverem o intercâmbio de experiências e o desenvolvimento de planos de ação, incluindo o financiamento de projetos e atividades em áreas de interesse mútuo.
Ciência sem Fronteiras
Até o momento, foram implementadas 341 bolsas, sendo cerca de metade de pós-graduação (doutorado e pós-doutorado). As universidades que recebem mais estudantes são o Instituto Real de Tecnologia e a Universidade de Lund.
Além disso, por meio da parceria SAAB/CNPq estão previstas até 100 bolsas de pós-doutorado e doutorado sanduíche nas áreas de defesa e segurança, aeroespacial, energia e meio ambiente e cidades atrativas e sustentáveis. Para projetos de pós-doutorado, a SAAB oferece um complemento de 100% da bolsa. Pesquisadores contemplados com as bolsas de estudos também poderão participar, futuramente, de projetos de inovação da SAAB no Brasil. Durante o período da bolsa, que varia de seis a doze meses, podendo ser prorrogado por mais um ano (somente no caso de pós-doutorado), os estudantes têm a oportunidade de realizar estágio na SAAB na Suécia ou na própria universidade.
No âmbito desta parceria, já foram lançadas três chamadas, em 2012 e 2013, e enviados 25 pesquisadores de doutorado e pós-doutorado para a Suécia.
A quarta chamada, com inscrições encerradas dia 15 de maio oferece 15 bolsas de estudos (dez para pós-doutorado e cinco para doutorado sanduíche). O edital é focado na área de aeronáutica, com ênfase em materiais e manufatura, eletrônica, tecnologia da informação e comunicação (TIC) e sistemas de engenharia mecânica.
Coordenação de Comunicação do CNPq com informações da CAPES
-
Qui, 12 Mai 2016 16:22:00 -0300
CNPq sedia reunião de acompanhamento de projetos de Rede de Biotecnologia Marinha
Os projetos contemplados pela Chamada MCTI/CNPq/FNDCT nº 63/2013 - Estruturação de uma Rede de Pesquisa em Biotecnologia Marinha foram apresentados nesta semana para acompanhamento em reunião que aconteceu na sede do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).Os projetos contemplados pela Chamada MCTI/CNPq/FNDCT nº 63/2013 - Estruturação de uma Rede de Pesquisa em Biotecnologia Marinha foram apresentados nesta semana para acompanhamento em reunião que aconteceu na sede do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
A Chamada 63/2013 é financiada pelos Fundos Setoriais (Ação Transversal) com recursos da ordem de R$ 6 milhões. Foram aprovados 13 projetos distribuídos entre as 5 macroregiões brasileiras e que formam 4 redes de pesquisa: "SAO-MAR", "MarAtivo", "Avançada em Biotecnologia" e "BioReef".
Dentre os objetivos das redes, destacam-se a bioprospecção de antioxidantes originados de organismos marinhos, a produção de moléculas bioativas a partir de microorganismos marinhos (e.g. fármacos e biofilmes), a bioprospecção marinha sustentável baseada em ferramentas da genômica, pós-genômica e bioinformática e a bioprospecção de compostos bioativos de organismos recifais com potencial aplicação biotecnológica (e.g. peptídeos e proteínas farmacologicamente ativos e metabólitos secundários com atividades antibacteriana, antifúngica e outras).
Entre os 10 e 11 de maio de 2016, os coordenadores dos projetos falaram do andamento dos estudos e das estruturações das redes de pesquisa, bem como definiram estratégias de cooperação entre as diferentes redes. Além disso, o encontro propiciou colaborações entre os pesquisadores e discussão do Plano Nacional de Trabalho (PNT) do BIOMAR (Ação Biotecnologia Marinha) para o período 2016-2019.
O BIOMAR é uma ação da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM) da Marinha do Brasil, coordenada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e da qual participam os Ministérios da Defesa (MD), das Relações Exteriores (MRE), das Minas e Energia (MME), da Educação (MEC), do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), do Meio Ambiente (MMA), da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e da Saúde (MS). Adicionalmente, também participam do BIOMAR a Marinha do Brasil (MB), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (SECIRM) e PETROBRÁS.
O BIOMAR tem como propósito fomentar o aproveitamento sustentável do potencial biotecnológico dos organismos marinhos existentes nas zonas costeiras e de transição e nas áreas marítimas sob jurisdição e de interesse nacional, com foco no desenvolvimento de conhecimentos, absorção de tecnologias e promoção da inovação, nas áreas de saúde humana, ambiental, agropecuária e industrial. Desta forma, esta reunião permitirá que as redes alinhem suas pesquisas às expectativas do BIOMAR, bem como propiciará à comunidade científica uma oportunidade de contribuir com a elaboração do PNT 2016-19, o qual balizará as próximas ações do BIOMAR.
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
-
Qui, 05 Mai 2016 10:43:00 -0300
CNPq premia pesquisadores
Paulo Artaxo foi agraciado com o Prêmio Almirante Álvaro Alberto de 2016, que teve como área Ciências Exatas, da Terra e Engenharias. Também foram premiados os Pesquisadores Eméritos de 2016 e a Menção Especial de Agradecimentos.Paulo Artaxo foi agraciado com o Prêmio Almirante Álvaro Alberto de 2016, que teve como área Ciências Exatas, da Terra e Engenharias. Também foram premiados os Pesquisadores Eméritos de 2016 e a Menção Especial de Agradecimentos.
Pesquisadores de grande prestígio nacional e internacional foram premiados na noite desta quarta-feira, 4, pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em cerimônia na Escola Naval do Rio de Janeiro (RJ).

Paulo Artaxo, Professor Titular do Departamento de Física Aplicada do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP), recebeu o Prêmio Almirante Álvaro Alberto, a mais importante honraria em ciência e tecnologia do País, concedida pelo CNPq, em parceria com a Fundação Conrado Wessel e a Marinha do Brasil.
Além disso, oito pesquisadores receberam o título de Pesquisador Emérito do CNPq e a Menção Especial de Agradecimentos, oferecida a uma instituição que se destacou na parceria com o CNPq pelo desenvolvimento científico e tecnológico do País, foi para o Instituto Euvaldo Lodi - IEL.
Os Pesquisadores Eméritos são: Reynaldo Luiz Victoria (USP), Gerhard Malnic (USP) Durval Rosa Borges (Unifesp), Carol Hollingworth Collins (Unicamp), José Renato Coury (UFScar), Maria Lígia Coelho Prado (USP), Tânia Maria Dietrichs Fischer (UFB), e Silviano Santiago (UFMG). Saiba mais sobre os agraciados: http://www.cnpq.br/web/guest/agraciados/

A cerimônia contou com a presença do Presidente do CNPq, Hernan Chaimovich, além dos parceiros, da Ministra Interina de Ciência, Tecnologia e Inovação, Emília Curi; do presidente da Academia Brasileira de Ciência, Jacob Palis; da Presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader; do Diretor-Presidente da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo a Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro, Augusto Raupp; e do Presidente da Financiadora de Estudos e Projetos, Wanderley de Souza.
Sobre Paulo Artaxo
Paulo nasceu em São Paulo em 1954, graduou-se em Física pela Universidade São Paulo a USP (1977), mestrado em Física Nuclear pela USP (1980) e é Doutor em Física Atmosférica também pela USP (1985). Trabalhou na NASA (Estados Unidos), Universidades de Antuérpia (Bélgica), Lund (Suécia) e Harvard (Estados Unidos).
Trabalha com física aplicada a problemas ambientais, atuando principalmente nas questões de mudanças climáticas globais, meio ambiente na Amazônia, física de aerossóis atmosféricos, poluição do ar urbano e outros temas. É membro titular da Academia Brasileira de Ciências (ABC), da Academia de Ciências dos países em desenvolvimento (TWAS) e da Academia de Ciências do Estado de São Paulo.
Bolsista de Produtividade em Pesquisa 1A do CNPq, Artaxo figurou, recentemente, na lista dos "mais brilhantes" cientistas em todo o mundo, divulgada pela Thomson Reuters no relatório The World's Most Influential Scientific Minds 2015, ao lado de outros três brasileiros.
Além disso, coordenou dois Institutos do Milênio do CNPq, é membro do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas) e de 7 outros painéis científicos internacionais e da coordenação do Programa FAPESP de Mudanças Globais e da Rede CLIMA do MCTI. É representante da comunidade científica no CONAMA (Conselho Nacional de Meio Ambiente).
Em 2004, recebeu um voto de aplauso do Senado Brasileiro pelo trabalho científico em meio ambiente na Amazônia. Em 2006 foi eleito fellow da American Association for the Advancement of Sciences.
Dentre as premiações e condecorações que já recebeu estão: Prêmio de Ciências da Terra da TWAS; Prêmio Dorothy Stang de Ciências e Humanidades, outorgado pela Câmara Municipal de São Paulo; Título de Doutor em Filosofia Honoris Causa pela Universidade de Estocolmo, Suécia; Prêmio Fissan-Pui-TSI da International Aerosol Research Associations; Ordem do Mérito Científico Nacional, na qualidade de comendador, e o prêmio USP Destaque 2010 por ser o pesquisador da USP com o maior número de acessos às suas publicações.
O Prêmio
O Prêmio Almirante Álvaro Alberto para a Ciência e Tecnologia foi instituído em 1981, ainda como Prêmio Nacional de Ciência e Tecnologia. A premiação consiste em medalha, diploma, importância em dinheiro equivalente a R$ 200 mil e uma viagem à Amazônia, a bordo do navio de Assistência Hospitalar na Amazônia, oferecida pela Marinha do Brasil à agraciada.
Em 1986, passou a fazer referência ao Almirante, engenheiro idealizador e primeiro presidente do CNPq.
É concedido anualmente, em sistema de rodízio, a uma das três grandes áreas do conhecimento - Ciências Exatas, da Terra e Engenharias; Ciências Humanas e Sociais, Letras e Artes; e Ciências da Vida.
Para saber mais: http://www.premioalvaroalberto.cnpq.br/
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
-
Sex, 20 Mai 2016 09:23:00 -0300
Conheça o vencedor do 36º Prêmio José Reis de Divulgação Científica e Tecnológica
Neste ano, o prêmio foi concedido para a modalidade "Pesquisador e Escritor". A premiada é Luisa Medeiros Massarani, do Núcleo de Estudos da Divulgação Científica do Museu da Vida, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
No último dia 10 de maio, na sede do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a comissão julgadora do Prêmio José Reis de Divulgação Científica e Tecnológica decidiu declarar vencedora a coordenadora do Mestrado Acadêmico em Divulgação da Ciência, Tecnologia e Saúde da Casa de Oswaldo Cruz - Fiocruz, Luisa Massarani, considerando a qualidade e relevância dos trabalhos apresentados, a experiência e a trajetória profissional, e em reconhecimento à sua contribuição em prol da divulgação e popularização da ciência, tecnologia e inovação.
Nesta edição, o Prêmio recebeu 45 inscrições de pesquisadores e escritores oriundos de universidades, autarquias, fundações, instituições de pesquisa e de ensino técnico e profissionalizante, museus, jornais, entre outros.
Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq, Luisa tem uma ampla atividade acadêmica, científica e de gestão voltada para a divulgação científica, incluindo a liderança do Grupo de Pesquisa do CNPq Ciência, Comunicação & Sociedade; a coordenação da SciDev.Net (www.scidev.net) para América Latina e Caribe; e a Diretoria Executiva da Red Pop-UNESCO, a rede de popularização da ciência e da tecnologia para a América Latina e o Caribe.
Além disso, é Honorary Research Associate do Department of Science and Technology Studies da University College London e membro do Comitê Científico da PCST Network, a rede internacional para Public Communication for Science and Technology. Publicou cerca de 70 artigos científicos em Public Communication for Science and Technology, em jornais científicos.
Trajetória
Luisa graduou-se em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1987), fez mestrado em Ciência da Informação pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (1998), doutorado na Área de Gestão, Educação e Difusão em Biociências pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2001), doutorado-sanduíche com bolsa da Capes no Department of Science and Technology Studies da University College London, e pós-doutorado na University College London (2013).
Desde 1987 realiza atividades práticas e de pesquisa em Divulgação Científica e integra o Núcleo de Estudos da Divulgação Científica do Museu da Vida, da Fundação Oswaldo Crus (Fiocruz)
Em 2014, recebeu o Prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia, na categoria integração, como líder do grupo. Atua principalmente nos seguintes temas: aspectos históricos e contemporâneos da divulgação científica; ciência na mídia e percepção pública da ciência.
Premiação
A premiada receberá R$ 20 mil, diploma e troféu durante a 68ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que acontecerá entre 03 e 09 de julho de 2016, na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), em Porto Seguro (BA).
Comissão Julgadora
A Comissão Julgadora foi presidida por Luís Carlos Bassalo Crispino da Universidade Federal do Pará (UFPA) - representante do CNPq, e composta por Isaltina Maria de Azevedo Mello Gomes da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) - representante do CNPq; Mariluce de Souza Moura da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e da Universidade Federal da Bahia (UFBA) - representante da Associação Brasileira de Jornalismo Cientifíco (ABJC); Nelson Studart Filho da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e da Universidade Federal do ABC (UFABC) - representante da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência - SBPC; Silvania Sousa do Nascimento da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - representante do CNPq e Rui Seabra Ferreira Junior da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP) - representante da Associação Brasileira de Editores Científicos - ABEC.
SBPC
Realizada desde 1948, com a participação de representantes de sociedades científicas, autoridades e gestores do sistema nacional de ciência e tecnologia, a Reunião Anual da SBPC é um importante fórum para a difusão dos avanços da ciência nas diversas áreas do conhecimento e um fórum de debates de políticas públicas para a ciência e tecnologia.
Saiba mais sobre o prêmio: http://www.premiojosereis.cnpq.br/
Coordenação de Comunicação do CNPq
-
Ter, 17 Mai 2016 17:04:00 -0300
MCTI abre consulta pública para regulamentação do Marco Legal da CT&I
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) colocou em consulta pública o decreto de regulamentação do Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação, sancionado em janeiro de 2016 pela Presidência da República. O texto está disponível no site Participa.br até o dia 12 de junho.O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) colocou em consulta pública o decreto de regulamentação do Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação, sancionado em janeiro de 2016 pela Presidência da República. O texto está disponível no site Participa.br até o dia 12 de junho.
A nova lei altera as regras das compras públicas para o setor de CT&I, prevendo a adoção do regime diferenciado de contratações (RDC) e novos casos para dispensa de licitação. Além disso, facilita a importação de insumos para pesquisas e estabelece novas regras de propriedade intelectual para o licenciamento de tecnologias. O texto também simplifica o processo de emissão de visto para pesquisadores estrangeiros, aumenta o tempo que os professores das universidades federais poderão se dedicar à pesquisa e aproxima o setor produtivo da academia.
A consulta pública será feita em duas fases. Na primeira, a população deve opinar sobre os dispositivos da lei que exigem algum tipo de regulamentação. Nesta etapa, o objetivo é colher subsídios para a elaboração de uma primeira minuta de decreto. Por isso, ao lado de cada dispositivo a ser regulamentado, foram formuladas questões para orientar a participação dos interessados. Essas questões também representam algumas das principais dúvidas que o MCTI identificou nas discussões sobre a regulamentação.
Após a realização da primeira consulta, um novo prazo de trinta dias será aberto para a elaboração de uma minuta de regulamento a partir das contribuições recebidas da sociedade.
A segunda fase da consulta aberta ao público é a discussão da minuta do decreto, em formato mais tradicional, com contribuições a serem apresentadas em relação a cada um dos dispositivos. Após o período da consulta, os trabalhos se concentrarão no MCTI para elaboração de uma proposta final de regulamentação, sem prejuízo de novas rodadas de discussão.
Durante a realização das duas fases da consulta, o MCTI pretende intensificar sua agenda de eventos públicos para discussão das propostas e mobilização da sociedade para participação nos debates do Participa.br.
Ajude a regulamentar essa legislação que estimula o desenvolvimento científico e tecnológico do país. Acesse o site e dê a sua opinião.
Fonte: MCTI
-
Qui, 12 Mai 2016 16:54:00 -0300
Pesquisadores brasileiros demonstram que a estirpe brasileira do vírus Zika causa defeitos de nascimento em modelos experimentais
Em artigo publicado nesta quarta-feira, na Revista Nature, pesquisadores brasileiros apresentam estudo financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa de São Paulo (FAPESP) no qual relatam que a estirpe brasileira do Vírus Zika atravessa a placenta e pode provocar a microcefalia.
O Zika tem sido associado a malformações congênitas, incluindo microcefalia e outras doenças neurológicas graves, tais como síndrome de Guillain-Barre, mas, segundo o artigo, apesar das evidências clínicas, não há prova experimental direta mostrando que a estirpe brasileira cepa causa defeitos de nascimento.
A pesquisa apresentada demonstrou, em camundongos, que vírus brasileiro infecta fetos, causando restrição de crescimento intrauterino, incluindo os sinais de microcefalia. O artigo relata que o vírus infecta células progenitoras corticais humanas, levando a um aumento da morte celular.
O artigo é resultado do trabalho da Rede Zika, da FAPESP, um conjunto de pesquisadores atuando em torno da pesquisa sobre o vírus. Para o bioquímico, Professor da USP, Walter Colli, "o Brasil construiu uma base de cientistas que contribuem todo dia para que a sociedade fique mais inteligente, rica e menos desigual. Essa mesma comunidade demonstra que pode reagir quando o país é desafiado por crises como a determinada pela invasão do virus Zika". Colli acredita que resultados como esse provam que o momento é de reforçar que o apoio à ciência deve ser política de Estado e o orçamento para sustentar a comunidade científico-tecnológica deve ser compatível com a sua importância.
Leia o artigo completo (em inglês): http://www.nature.com/nature/journal/vnfv/ncurrent/full/nature18296.html
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
-
Qua, 11 Mai 2016 17:37:00 -0300
CNPq divulga resultado do julgamento da Chamada INCT
Em observância ao estabelecido na Chamada INCT - MCTI/CNPq/CAPES/FAPs nº 16/2014, e tendo sido cumpridas as etapas do processo de admissão, análise e julgamento das 345 propostas submetidas ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, o CNPq torna pública a relação das 252 propostas que receberam recomendação no processo de análise de mérito técnico-científico para financiamento no âmbito da referida Chamada. A lista está organizada em ordem decrescente de classificação. Confira aqui a relação*.
Todas as 345 propostas foram avaliadas por, no mínimo, três consultores ad hoc internacionais e posteriormente pelo Comitê Julgador, que esteve reunido na sede do CNPq no período de 25 a 28 de abril de 2016. De acordo com os critérios estabelecidos no item II.3 - Critérios para Julgamento do Regulamento da Chamada, dois conjuntos de propostas foram analisados: as que envolvem os 115 institutos já existentes e as 230 propostas de criação de novos institutos.
Sob a coordenação do professor Walter Colli, compuseram o referido comitê destacados cientistas brasileiros e estrangeiros, de distintas áreas do conhecimento: Alberto Barausse; Amit Bhaya; Anibal Disalvo; Arne Ardeberg; Carlos A. Balseiro; Carlos Henrique de Brito Cruz; Cesário Bianchi Filho; Claudio Cavasotto; Diego de Mendoza; Francisco Fernández de Miguel; Francisco José Barrantes; Geraldo Lippel Sant'Anna Junior; João Falcão e Cunha; João Lúcio de Azevedo; John Joseph Sheehan; Jorge Daniel Riera; José Nelson Onuchic; Juan Carlos Báez; Kenneth Serbin; Klaus Jaffé; Luiz Carlos Federizzi; Márcio de Castro Silva Filho; Maria Júlia Manso Alves; Munir Salomão Skaf; Pär Omling; Paulo de Freitas Guimarães; Pedro Albertos Pérez; Peter Turner; Raman Kashyap; Renato de Andrade Lessa; Roberto Docampo; Roberto Salvarezza; Thomas Maack; Ulisses de Mendonça Braga Neto e Walter Soares Leal.
Nos próximos dois meses, portanto até 11 de julho de 2016, será desenvolvida pelo MCTI, por intermédio do CNPq, negociação com as instituições parceiras (CAPES, FINEP e FAPs) para cofinanciamento das propostas recomendadas. Outros organismos, públicos ou privados, que desejarem aportar recursos também poderão participar. A partir daí, será aberto o prazo de 10 (dez) dias corridos para apresentação de eventual recurso administrativo pelo proponente que julgar necessário contestar o resultado da Chamada.
*versão atualizada em 18/05/2016 às 18h
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
-
Ter, 10 Mai 2016 18:00:00 -0300
Chamada do Programa iTec 2016 está aberta
Com inscrições válidas até o dia 27/5, o objetivo desta iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação é aproximar empresas arrojadas e parceiros com conhecimento de fronteira para aumentar a geração de negócios tecnológicos e a competitividade.
O Programa iTec convida os atores do Sistema Nacional de Inovação (SNI) - empresas demandantes por tecnologia - para a Chamada do Programa iTec 2016, que tem como objetivo aumentar a geração de negócios tecnológicos por meio do uso contínuo e constante da Plataforma iTec.
As empresas selecionadas receberão suporte da equipe iTec nas fases de identificação, preparação e submissão de desafios tecnológicos na Plataforma. Serão selecionadas as seis organizações que tiverem melhor avaliação nos seguintes critérios:
1. Histórico de pesquisa, desenvolvimento e inovação (P,D&I);
2. Experiência com parcerias;
3. Capacidade de investimento em projetos de parceria;
4. Aderência dos desafios tecnológicos da organização ao conceito da Plataforma.
As inscrições serão avaliadas por um Comitê de Gestão Estratégica do Programa, composto por representantes de instituições parceiras. No caso de propostas equivalentes, será priorizada a empresa que tiver se inscrito primeiro na chamada.
Podem participar empresas e instituições de qualquer porte, com interesse e capacidade financeira para realizar parcerias tecnológicas.
Na primeira chamada para postagens e suporte de desafios e soluções tecnológicas na Plataforma iTec, que aconteceu em 2015, empresas como Embraer, Vale, Irani, Braerg, Bosch, AES Brasil, Grupo Vamtec, Pirelli, Stefanini, Nestlé, Natura, Votorantim e Dow receberam suporte do Programa iTec e fizeram negócios e parcerias estratégicas a partir da plataforma digital.
O prazo para inscrição encerra-se no dia 27 de maio. A divulgação das empresas selecionadas no dia 1º de junho.
Saiba mais
O Programa iTec é uma iniciativa do MCTI e tem a Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (ANPEI) e a PUC-RIO como parceiras de execução.
As estratégias do iTec são orientadas pelo seu Comitê Técnico, composto pelas seguintes organizações: MCTI, ANPEI, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Senai, Sebrae, Confederação Nacional da Indústria (CNI), Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (ANPROTEC), Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia (FORTEC), BNDES e FINEP. São parceiros da iniciativa: Unesco Brasil, Movimento Brasil Competitivo (MBC), EMBRAPA, EMBRAPII, INPI e CNPq.
Para inscrever a sua empresa, clique aqui
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
-
Ter, 10 Mai 2016 17:07:00 -0300
Prorrogadas, para o dia 15 de maio, as inscrições no Prêmio L'Oréal-UNESCO-ABC Para Mulheres na Ciência 2016
Prorrogadas, para o dia 15 de maio, as inscrições no Prêmio L'Oréal-UNESCO-ABC Para Mulheres na Ciência 2016.
O Prêmio é um reconhecimento a projetos de pesquisa de mulheres cientistas por sua contribuição para o avanço do conhecimento e por seus benefícios para a sociedade. Ao todo, sete pesquisadoras serão premiadas com uma bolsa-auxílio, cada uma, no valor de R$ 50 mil para aplicação em 12 meses.
As bolsas-auxílio serão atribuídas nas áreas de Ciências Físicas (1 Bolsa); Ciências da Vida (Biomédicas, Biológicas e da Saúde) (4 Bolsas); Ciências Matemáticas (1Bolsa); e Ciências Químicas (1 Bolsa).
As vencedoras serão anunciadas em agosto e a cerimônia de premiação será realizada em outubro, no Rio de Janeiro.
Em 10 edições, o programa já premiou 68 jovens cientistas promissoras, incentivando-as na carreira com a bolsa.
Mais informações e inscrições: http://www.paramulheresnaciencia.com.br/
Coordenação de Comunicação Social
-
Seg, 09 Mai 2016 11:21:00 -0300
III Conbrau vai discutir o futuro das Áreas Úmidas no Brasil
O III Congresso Brasileiro das Áreas Úmidas (Conbrau) ocorre em junho entre os dias 22 e 24 de junho, no Instituto Nacional de Pesquisas do Pantanal (INPP). O tema desta edição é "As Áreas Úmidas Brasileiras: estado da arte do conhecimento, valoração, riscos e situação jurídica". A submissão de resumos vai até o dia 23 de maio.
O Conbrau é uma parceria entre a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Áreas Úmidas (Inau) - financiado pelo CNPq -, e o Centro de Pesquisas do Pantanal (CPP).
Também serão abordados outros assuntos de extrema relevância para o Congresso, tais como, a Biodiversidade nas Áreas Úmidas: novas abordagens Áreas Úmidas e mudanças climáticas: impactos, mitigação e princípios da precaução Hidrelétricas, mineração, atividades agropecuárias e Áreas Úmidas naturais: impactos ecológicos e sociais, custos e benefícios Instrumentos para administrar e preservar as Áreas Úmidas: aspectos legais da Convenção Ramsar e políticas públicas brasileira Inventário de Áreas Úmidas: critérios e problemas técnicos de identificação e delimitação.
Conhecendo as Áreas Úmidas
As Áreas Úmidas (Aus) do Brasil não são vistas como potenciais recursos hídricos disponíveis nas bacias hidrográficas. O manejo dos recursos hídricos concentra seus esforços no uso de rios, lagos e recursos hídricos subterrâneos, para fins domésticos, industriais, irrigação, navegação, produção de energia e para tratamento de esgotos. Todavia, não se levam em consideração os diversos serviços das AUs, por exemplo, no efeito tampão hidrológico, que diminui os picos de enchentes e secas, fornecendo água para riachos de cabeceira e águas subterrâneas por infiltração.
Coordenação de Comunicação do CNPq
-
Qua, 04 Mai 2016 18:29:00 -0300
Reunião do PELD discute parcerias com as FAPs
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) recebeu, na última terça-feira, 3, representantes das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs) para uma reunião sobre o Programa de Pesquisas Ecológicas de Longa Duração (PELD).
Com a presença do Diretor de Ciências Agrárias Biológicas e da Saúde, Dr. Marcelo Morales e a equipe técnica envolvida com a gestão do Programa, foi discutida a renovação da parceria das FAPs com o CNPq para o lançamento da nova Chamada Pública do PELD, previsto para o mês de julho deste ano.
Na última chamada do PELD, o CNPq contou com parcerias do MCTI e de onze FAPs, e espera-se que essa parceria com os estados seja ampliada na nova chamada, tendo em vista o interesse demonstrado pelas Fundações no Programa.
O PELD é uma iniciativa pioneira através do qual o CNPq apoia sítios de pesquisa de longa duração com foco em ecologia de ecossistemas. O Programa vem sendo executado sob a responsabilidade do CNPq desde 1997.
O CNPq vem buscando ativamente novos parceiros para o lançamento da nova chamada pública, deste que é um programa estratégico no panorama da Ciência, Tecnologia e Inovação brasileira.
Atualmente, existem 31 sítios de pesquisas em funcionamento, distribuídos pelo conjunto dos biomas brasileiros. O PELD vem se destacando no cenário da pesquisa em ecologia no país pela sua relevância na formação de recursos humanos e na consolidação de sítios e equipes de pesquisa com abordagem de longa duração.
Coordenação de Comunicação do CNPq
-
Seg, 02 Mai 2016 18:07:00 -0300
CNPq abre inscrições para Iniciação Científica
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) lança chamada dos Programas Institucionais de Bolsas de Iniciação Científica e Tecnológica.
As inscrições ficam abertas até o dia 13 de junho de 2016. A proposta deve ser preenchida e enviada por meio de formulário eletrônico, pelo representante de Iniciação Científica da instituição, exclusivamente, via Plataforma Carlos Chagas.
As modalidades de bolsas concedidas são Iniciação Científica (PIBIC), Iniciação Científica Júnior (PIBIC-EM), Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBIT) e Iniciação Científica nas Ações Afirmativas (PIBIC-AF) com duração de 12 até 24 meses, a partir de agosto 2016.
PIBIC - É destinado a estudantes de graduação do ensino superior. Podem participar instituições públicas, comunitárias ou privadas, que efetivamente desenvolvam pesquisa e tenham instalações próprias para tal fim.
PIBIC-EM - Já no ensino médio, o programa é operacionalizado por uma instituição de ensino superior e de pesquisa, em parceria com escolas públicas de ensino regular, escolas militares, ou ainda, escolas técnicas e privadas de aplicação. Esta modalidade é destinada a alunos do ensino médio.
PIBITI - Esta modalidade concede cotas de bolsas a instituições de ensino superior e centros de pesquisa voltados à pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação para estudantes da graduação.
PIBIC-AF - Concede cotas de bolsas de iniciação científica a Instituições de Ensino Superior (IES) públicas que possuam políticas de ação afirmativa para o ingresso de grupos historicamente excluídos em seu quadro discente e que tenham sido aprovadas no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) e/ou no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBITI) da Chamada 2014/2016.
A instituição de ensino superior e de pesquisa proponente deverá estar previamente cadastrada no Diretório de Instituições (DI) do CNPq.
Esclarecimentos e informações adicionais podem ser obtidos no endereço: pibic@cnpq.br.
Para saber mais acesse aqui.
Coordenação de Comunicação Social do CNPq
-
Seg, 25 Abr 2016 19:00:00 -0300
Marinha condecora Presidente do CNPq
O Presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Hernan Chaimovich, recebeu nesta segunda-feira, 25, a medalha Mérito Tamandaré, da Marinha do Brasil.
A condecoração foi feita na cerimônia de celeboração do Dia da Ciência, Tecnologia e Inovação na Marinha, comemorado dia 22 de Abril em referência ao nasicmento do Almirante Álvaro Alberto, idealizador e primeiro presidente do CNPq.
Na ocasião, além do Comando da Marinha, estava presente a Ministra Interina de Ciência, Tecnologia e Inovação, Emília Curi.
A medalha Mérito Tamandaré
A medalha, criada pelo Decreto nº 42.111, de 20 de agosto de 1957, é destinada a agraciar as autoridades, instituições e personalidades civis e militares, brasileiras ou estrangeiras, que tenham prestado relevantes serviços na divulgação ou no fortalecimento das tradições da Marinha do Brasil, honrando seus feitos ou realçando seus vultos históricos.
Coordenação de Comunicação Social do CNPq