Pesquisador emérito

Prêmio concedido pelo CNPq, desde 2005, a pesquisadores brasileiros ou estrangeiros, radicados no Brasil há pelo menos 10 anos, que prestaram relevantes contribuições para o país. A premiação é concedida como reconhecimento ao renome, junto à comunidade científica, e pelo conjunto de sua obra científico-tecnológica.

Foto do Reynaldo Luiz Victoria

Reynaldo Luiz Victoria

2016

  • ossui graduação  em Engenharia Agronômica pela Universidade de São Paulo (1972), especialização  em Uso de 15N Em Pesquisas Agronômicas pela University Of Saskatchewan (1977), mestrado em Ciências (Energia Nuclear na Agricultura) pela Universidade de São Paulo (1975), doutorado em Agronomia (Solos e Nutrição de Plantas) pela Universidade de São Paulo (1980), pós-doutorado pela University Of California Davis (1982) e pós-doutorado pela University of Washington (1993). Atualmente é professor titular  da Universidade de São Paulo, Assessor Científico do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, Membro de Conselho do Instituto de Pesquisas Ambientais da Amazônia,  do Ministério da Educação e Membro externo do Conselho Cien do Ministério da Ciência e Tecnologia. Tem experiência na área de Ecologia, com ênfase em Ecologia de Ecossistemas. Atuando principalmente nos seguintes temas: isótopos, Amazônia, hidrologia.

Foto do Durval Rosa Borges

Durval Rosa Borges

2016

  • Durval Rosa Borges formou-se em medicina em 1967, concluiu o doutorado em 1971 e a Livre-Docência em 1990 na Escola Paulista de Medicina (EPM), hoje Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Realizou formação pós-doutoral com José Leal Prado (EPM) e A. H. Gordon, no National Institute for Medical Research (Londres). Atualmente é professor titular do Departamento de Medicina da Unifesp, dirigindo o Laboratório de Hepatologia Experimental. Publicou mais de uma centena de artigos em periódicos especializados. Editou 6 livros na área médica. Orientou dissertações de mestrado, teses de doutorado e supervisionou pós-doutorados, além de ter orientado trabalhos de iniciação científica. Recebeu prêmios e/ou homenagens, sendo Comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico. Atua na área de Medicina, com ênfase em Hepatologia, estudando aspectos experimentais e clínicos da hipertensão portal. Em suas atividades profissionais interagiu com mais de uma centena de colaboradores em co-autorias de trabalhos científicos. Foi Pró-reitor de Graduação da Unifesp.

Foto do Gerhard Malnic

Gerhard Malnic

2016

  • Gerhard Malnic concluiu o doutorado em Ciências (Fisiologia Humana) pela Universidade de São Paulo em 1960. Atualmente é professor titular da Universidade de São Paulo. Publicou 135 artigos em periódicos especializados e 121 trabalhos em anais de eventos. Possui 13 capítulos de livros e 2 livros publicados. Possui 10 itens de produção técnica. Orientou 8 dissertações de mestrado e 18 teses de doutorado nas áreas de Fisiologia e Biofísica. Atua na área de Fisiologia, com ênfase em Fisiologia Renal. Em suas atividades profissionais interagiu com 96 colaboradores em co-autorias de trabalhos científicos. Foi diretor do Inst. Ciências Biomédicas, e do Inst. Estudos Avançados, da USP. Membro titular: Academia Brasileira de Ciências, Academia de Ciências do Estado de São Paulo, Academia de Ciências da América Latina. Membro, Corpo Editorial: Kidney International, 1972 75; Brazilian Journal Biol.Med. Research, 1981-1991; American Journal of Physiology, Renal, membro Editorial Reviews Board, 1999-2007; Physiological Reviews, Editor Correspondente para a América Latina, 1975 80, 1999-2006. (Texto informado pelo autor)

Foto do Carol Hollingworth Collins

Carol Hollingworth Collins

2016

  • Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível SR - CA QU - Química. Possui graduação em Química - Bates College (1952) e doutorado em Fisico-Química Orgânica - Iowa State University of Science and Technology (1958). Atualmente é professora titular emérita da Universidade Estadual de Campinas. Tem experiência em várias áreas de Química, com ênfase atual em Química Analítica, atuando principalmente em separações cromatográficas, com destaque para a cromatografia líquida de alta eficiência, preparação de fases estacionárias e diversas aplicações.

Foto do José Renato Coury

José Renato Coury

2016

  • José Renato Coury é formado em Engenharia de Materiais pela Universidade Federal de São Carlos, 1974. Obteve seu Mestrado em Engenharia Química pela Universidade de São Paulo em 1979. Concluiu o Doutorado em Engenharia Química na Universidade de Cambridge, Inglaterra, em 1983. Realizou pós doutoramento na Universidade de New South Wales, Austrália, em 1988/9 e na Universidade de Alberta, Canadá, em 1996/7. Atualmente aposentado, foi Professor Titular da Universidade Federal de São Carlos, membro do Comitê Assessor do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, membro da Associação Brasileira de Engenharia Química e membro do Conselho Editorial do periódico Powder Technology, Elsevier Science. Publicou mais de 80 artigos em periódicos especializados e mais de 300 trabalhos em anais de eventos. Possui 9 capítulos de livros publicados. Orientou mais de 20 dissertações de mestrado e 20 teses de doutorado, além de diversos trabalhos de iniciação científica e trabalhos de conclusão de curso. Recebeu 2 prêmios e/ou homenagens. Atua na área de Engenharia Química, com ênfase em operações de separação e mistura. Em suas atividades profissionais interagiu com mais de uma centena de colaboradores em co-autorias de trabalhos científicos.

Foto do Maria Lígia Coelho Prado

Maria Lígia Coelho Prado

2016

  • Graduada em História pela FFLCH/Universidade de São Paulo (1971), Mestre em História Social, FFLCH/USP (1974) e Doutora em História Social, FFLCH/USP (1982); Livre-docente em História da América Independente, FFLCH/USP (1996); Professora Titular em História da América Independente, FFLCH/USP (2002). Professora Emérita FFLCH/USP (2012). Foi presidente da Associação Nacional de Pesquisadores e Professores de História das Américas (ANPHLAC), 1998/2000. É especialista em História da América Latina, trabalhando na interseção dos campos da História Política, História da Cultura e História das Idéias. Foi coordenadora do Projeto Temático/FAPESP: Cultura e Política nas Américas: Circulação de Idéias e Configuração de Identidades (séculos XIX e XX) entre 2007 e 2011. Membro do Laboratório de Estudos de História das Américas - LEHA do Departamento de História da USP, que coordenou entre 2008 e 2012.

Foto do Tânia Maria Dietrichs Fischer

Tânia Maria Dietrichs Fischer

2016

  • Possui doutorado em Administração com distinção e louvor pela Universidade de São Paulo (1984), mestrado em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1977) e graduação em Pedagogia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1973) tendo realizado estágios de pós-doutorado na França, Estados Unidos, Canadá e Espanha, com apoio da CAPES/COFECUB, CNPq e CISYT. Atualmente é professora titular da Universidade Federal da Bahia e coordenadora do Centro Interdisciplinar em Desenvolvimento e Gestão Social (CIAGS). É pesquisadora DTI 1A do CNPq e membro titular da Academia Baiana de Ciências. É conselheira da Fundação Banco do Brasil, SEBRAE e FIEB. Coordena projetos PRO-ADMINISTRAÇÃO, PRO-CULTURA da CAPES, PRONEX e CT/INFRA. Foi presidente da Associação Nacional de Programas de Pós-Graduação Administração (ANPAD) e diretora da Associação Nacional de Programas de Planejamento Urbano e Regional (ANPUR) e Associação Nacional de Programas de Ensino de Transportes (ANPET). Foi consultora da UNESCO, Banco Mundial e BID. Tem experiência nas áreas de Administração e Educação, com ênfase em Poderes Locais e Gestão Social do Desenvolvimento Territorial, Organizações e Interorganizações, Gestão e Educação para a Gestão. Recebeu os seguintes prêmios e destinções: Medalha de Ouro 50 anos de Pós-Graduação Brasileira concedida pela CAPES; Pesquisador de Destaque pela UFBA (2009) e Homenagem da ANPAD e ANPET.

Foto do Silviano Santiago

Silviano Santiago

2016

  • Escritor, crítico e professor, Bacharel em Letras Neolatinas pela UFMG e Doutor em Letras pela Université de Paris - Sorbonne (1968). Foi professor visitante e/ou pesquisador em diversas instituições norte-americanas (Rutgers University, University of New York at Buffalo, Stanford University, University of Texas, Austin, Indiana University, Yale University e Princeton University) e no Canadá (University of Toronto). Foi Professor Associado da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro entre 1974 e 1988 e Professor Adjunto da Universidade Federal Fluminense de 1988 a 1997, onde, após a aposentadoria, recebeu o título de Professor Emérito (2004). É Doutor Honoris Causa pela Universidad Metropolitana de Ciencias de la Educación, do Chile (2013) e pela Universidad Tres de Febrero, na Argentina (2014). Atua regularmente como crítico literário e cultural em grandes jornais do país, como curador e conferencista e, além das várias coletâneas de ensaios publicadas, é autor de inúmeras obras de ficção.

Foto do Alberto Luiz Galvão Coimbra

Alberto Luiz Galvão Coimbra

2015

  • Nasceu no Rio de Janeiro em 1923, cursou o primário no colégio Pitangas, o ginásio no Anglo Americano e o científico no Colégio Universitário e no Andrews. Entrou no curso de química industrial, na antiga Universidade do Brasil (1943). Formou-se em 1946. Decidido a estudar engenharia química, ganhou uma bolsa de estudos na Universidade de Vanderbilt, em Tennessee, nos Estados Unidos (1947), com o objetivo de pós-graduar-se, e obteve o grau de mestre em engenharia química (1949). 
     
    Criador do primeiro curso de pós-graduação em engenharia química no Brasil (1963) e fundador da Coordenação dos Programas de Pós-graduação de Engenharia (1967) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ). Depois, vieram os programas de engenharia mecânica (1965), de metalúrgica e elétrica (1966), de civil (1967) e de produção e naval (1968). 
     
    Afastado da universidade e da Coppe pelo Conselho Universitário (1973), passou a se dedicar à Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCTI). Livre-docente pela UFRJ (1953), é Dr. Honoris.Causa pela UFPe (1969) e pela UFSC (1979) e Prof. Emérito da UFRJ (1993). Entre outras honrarias, é detentor da Grã-Cruz (1994) da Ordem Nacional do Mérito Científico.

Foto do Antonio Sesso

Antonio Sesso

2015

  • Nasceu em São Paulo em 1930, graduou-se em medicina pela Universidade de São Paulo (USP) em 1954, é doutor em morfologia, também pela USP (1962). Estudou Biologia Molecular, possui especialização em de autoradiografia ao nível do microscópio eletrônico de transmissão, ambos na University of California System, UC System, Estados Unidos. É pesquisador associado Senior do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo da Universidade de São Paulo e professor aposentado da Universidade de São Paulo.
     
    Tem experiência na área de Morfologia, com ênfase em Citologia e Biologia Celular e Estrutural utilizando técnicas de microscopias eletrônicas e de fluorescência. Analisou a modulação morfofuncional de várias organelas utilizando pela primeira vez no Brasil técnicas de morfometria e de autorradiografia de alta resolução, de reconstrução tridimensional ao microscópio eletrônico de transmissão (MET) sobre cortes seriados ultrafinos. Introduziu também o uso dos procedimentos de criofratura e criorelevo ao MET. Atualmente estuda o papel da via mitocondrial na promoção da morte celular programada por apoptose. Tem publicado 138 artigos científicos e 5 capítulos de livros. Orientou 10 teses de mestrado e 38 de doutorado.

Foto do Delia Rodriguez Amaya

Delia Rodriguez Amaya

2015

  • É Bacharel em Ciências pela Araneta University (Filipinas), fez Mestrado em Ciência dos Alimentos pela University of Hawaii e Doutorado em Química Agricola pela University of California ¿ Davis.
     
    Atualmente é Presidente da International Academy of Food Science and Technology (2014-2016). É a primeira mulher a ocupar esta posição. De 1977 a 2010, foi professora da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Orientadora de 48 teses defendidas de mestrado e doutorado. É autora de 247 publicações científicas (livros, capítulos, trabalhos completos), a maioria em circulação internacional. Proferiu mais de 220 palestras convidadas em 30 países. É editor ou membro do Corpo Editorial de 6 periódicos internacionais e 2 periódicos brasileiros.  
     
    Foi bolsista de produtividade em pesquisa na categoria 1A por 20 anos. Participou de vários FAO-WHO Expert Consultation Meetings e de comitês do Ministério de Saúde e da International Union of Food Science and Technology. Foi representante da área na CAPES e membro do Comitê Assessor de Ciência e Tecnologia de Alimentos no CNPq por dois mandatos. 
     
    Recebeu muitos prêmios, incluindo o 2012 Presidential Award (Philippine Heritage), o 2010 East-West Center Distinguished Alumni Award, o prêmio de reconhecimento Zeferino Vaz por três vezes (1994, 1997, 2003), o prêmio André Tosello (2005) e o Philippine Association of Food Technologists 50th Anniversary Recognition Award (2010).

Foto do Maurício Matos Peixoto

Maurício Matos Peixoto

2015

  • Nasceu em Fortaleza, CE (1921). Formou-se em Engenharia Civil (1943) pela antiga Escola Nacional da Universidade do Brasil, onde foi colega de Leopoldo Nachbin e Marília Chaves, sua futura esposa precocemente falecida. Foi Livre-Docente na Cadeira de Mecânica nessa mesma Escola. Com Leopoldo Nachbin, ajudou a fundar o IMPA, em 1953. Foi Professor na "Brown University (USA)" (1964-1968), no IME/USP (1973-1978) e é Pesquisador Emérito do IMPA. 
     
    Orientou 11 doutorados, no Brasil e nos Estados Unidos. Exerceu cargos administrativos, como: Vice-Presidente do CNPq (1971-1974); Presidente da Sociedade Brasileira de Matemática (1975-1977); Presidente do CNPq (1979-1980) e Presidente da Academia Brasileira de Ciências (1981-1991). Pioneiro da área de Sistemas Dinâmicos foi agraciado com o Prêmio Moinho Santista (1969) e com o Prêmio TWAS (1986).

Foto do Francisco Gorgonio da Nóbrega

Francisco Gorgonio da Nóbrega

2015

  • Graduou-se em Medicina pela Universidade de São Paulo em 1967. Fez doutorado em Bioquímica também pela USP (1971) e pós-doutorado de 1978 a 1980 na Universidade Columbia (EUA). É professor titular aposentado (Biologia/Genética e Microbiologia) pela USP, foi docente da Universidade do Vale do Paraíba e professor voluntário na UNESP de São José dos Campos. 
     
    De 2012 a 2014 foi Professor Visitante Nacional Sênior junto ao Instituto de Ciência e Tecnologia da UNIFESP em São José dos Campos. Tem trabalhado desde 2000 com percepção pública da ciência e se dedicado recentemente à educação básica. Atuou junto à CAPES (biológicas I), foi membro do CA de Genética do CNPq e coordenador na área de saúde da FAPESP. Foi pesquisador nível 1A do CNPq de 1985 a 2006, e pesquisador 1B do CNPq até 2012. Participou da Comissão de Ética em Pesquisa da UNESP/SJ Campos. Foi membro da Comissão Técnica Nacional de Biotecnologia de 2007 a 2013. No Web of Science (11/01/2013) registrava 59 publicações, com 2.465 citações e um fator hi igual a 23.

Foto do Isaac Roitman

Isaac Roitman

2015

  • Nasceu em 1939, na cidade de Santos (SP). Estudou Odontologia na Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1959-1962), onde se interessou pela Microbiologia. Obteve o doutorado (1967) na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) orientado por Luiz Rodolpho Travassos. Trabalhou no exterior: Estados Unidos (1968), Israel (1969) e Inglaterra (1997/1990). Foi professor da UFRJ (1964-1972). 
     
    Em 1972 foi trabalhar na Universidade de Brasília onde se aposentou em 1995 como Professor Titular. Na UnB foi Decano de Pesquisa e Pós-Graduação. Foi diretor do Centro de Biociências e Biotecnologia da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (1995-1996). De 1997 a 2012 trabalhou na Universidade de Mogi das Cruzes onde exerceu os cargos de Diretor de Pesquisa e Pós-Graduação, Pró-Reitor Acadêmico e Reitor. Em 2003-2004 foi Diretor de Avaliação da CAPES (MEC). Em 2004 foi assessor da Presidência do CNPq presidindo a Comissão Nacional de Avaliação da Iniciação Científica (2004-2009).  De 2005 a 2008 foi Diretor do Departamento de Políticas do MCTI.  
     
    Apresentou 166 trabalhos em reuniões científicas e publicou 61 trabalhos em revistas científicas. Escreveu 7 capítulos em livros e foi co-editor de 2 livros. Orientou 30 teses de Mestrado e Doutorado. Tem atuado na área de Fisiologia e Bioquímica de Microrganismos, estudando especialmente protozoários. É Professor Emérito da Universidade de Mogi das Cruzes e da Universidade de Brasília.

Foto do Otávio Guilherme C. Alves Velho

Otávio Guilherme C. Alves Velho

2015

  • Nasceu em 1941 na cidade de São Paulo (SP). É Professor emérito da UFRJ, Bacharel em Sociologia, PUC-Rio (1964), mestre em Antropologia Social, UFRJ/ Museu Nacional (1970) e doutor em Sociologia, pela Universidade de Manchester, Inglaterra (1973). Atuou como Tinker Visiting Professor, Universidade de Stanford, EUA (1981). 
     
    Foi presidente da ANPOCS (1986-1988). Foi também membro do Conselho Técnico-Científico da CAPES (1991-1995), do Conselho Diretor do Projeto Ciência Hoje (1997-2001), do Conselho Superior da FAPERJ (2000-2006) e do Conselho Gestor do PROSUL (2001-2008). Assumiu a vice-presidência da SBPC de 2007 a 2011. Foi membro do Conselho Superior da CAPES (2008-2014) e do Comitê de Coordenação do Programa INCTI. É editor associado da Encyclopaedia of Globalization, Routledge, e pesquisador sênior do CNPq. Recebeu bolsa Luso-Afro-Brasileira da Universidade de Lisboa (1997). 
     
    É membro titular da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e da Ordem Nacional do Mérito Científico (Grã-Cruz). Recebeu as medalhas Roquette Pinto, outorgada pela ABA, e a Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa. Suas linhas de pesquisa são: antropologia política, antropologia da religião e pensamento social. Seus principais livros são: Mais Realistas do que o Rei, Topbooks; Besta-Fera: Recriação do Mundo, Relume-Dumará; Capitalismo Autoritário e Campesinato, Difel; e Frentes de Expansão e Estrutura Agrária.

Foto do Ruy Laurenti

Ruy Laurenti

2015

  • Nasceu em 1931, na cidade de Rio Claro (SP). Possui graduação em Medicina pela Universidade de São Paulo (1957) e doutorado em Cardiologia também pela Universidade de São Paulo (1969). Tornou-se Professor Livre Docente e Professor Titular em Epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública da USP. Foi agraciado com o título de Professor Emérito da USP. Atualmente é Colaborador Sênior da USP. 
     
    Tem experiência na área de Saúde Pública, com ênfase em Epidemiologia, atuando principalmente nos temas: epidemiologia, mortalidade, saúde materna, estatísticas de saúde e classificações internacionais de doenças e problemas de saúde. Foi Diretor da FSP, Pró-Reitor de Cultura e Extensão e Reitor da USP e é diretor do Centro Colaborador da OMS para a Família de Classificações Internacionais (Centro Brasileiro de Classificação de Doenças).

Foto do Roque de Barros Laraia

Roque de Barros Laraia

2013

  • Reconhecido por suas pesquisas e estudos antropológicos, Roque de Barros Laraia nasceu na cidade de Pouso Alegre (MG) em 1932. Formou-se em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (1959) e concluiu o doutorado em Sociologia na Universidade de São Paulo (1972). Realizou o pós-doutorado na University of Sussex (1977¿1978). Atualmente é professor emérito da Universidade de Brasília,  foi membro do Conselho Nacional de Imigração (1993-2010) e  atualmente do Conselho Consultivo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).
     
    Suas pesquisas na área de Antropologia têm ênfase em Etnologia Indígena, atuando principalmente nos seguintes temas: patrimônio cultural, antropologia, cultura, etnologia indígena e sociedades indígenas. A primeira pesquisa de campo foi com os índios Terena, no Mato Grosso do Sul, como assistente de Roberto Cardoso e Oliveira, em 1960. Realizou as suas pesquisas entre os índios Suruí, Akuáwa-Asurini, Kamayurá e Urubu-Kaapor. 
     
    Coordena atualmente os projetos de pesquisa Antropológia das Cartas dos Primeiros Jesuítas do Brasil" e "Cultura Brasileira: Uma Diversidade de Temas". Em sua vida de ensino e pesquisa, publicou 71 artigos em periódicos, publicou ou editou seis livros, entre eles Cultura: um conceito antropológico (25 tiragens), Los índios de Brasil(uma edição na Espanha e no Equador), Tupi: índios do Brasil atual e Índios e Castanheiros (duas edições). Além disso, orientou nove teses de doutorado, 24 de mestrado.. É também membro do corpo editorial de diversas revistas acadêmicas.
     
    Foi bolsista de Produtividade em Pesquisa (1-A) e presidente do Comitê de Assessoramento em Ciências Sociais do CNPq. Foi Presidente da Associação Brasileira de Antropologia e da Associação Nacional de Pós Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais.

Foto do Elza Salvatori Berquó

Elza Salvatori Berquó

2013

  •  Professora Titular aposentada da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo e Pós-Graduada em Bioestatística pela Columbia University. Membro da Ordem do Mérito Científico ¿ Classe Grã-Cruz, 1998, e Membro Titular da Academia Brasileira de Ciências, 2000.Membro fundador do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento - CEBRAP, em 1969, é atualmente a Coordenadora da Área de População e Sociedade. Fundou ainda o Núcleo de Estudos da População, NEPO da Universidade Estadual de Campinas, Unicamp, tendo sido sua coordenadora entre 1982 e 1994. Ainda hoje atua nesse Núcleo da Unicamp como Membro dos Conselhos Técnico Científico e Superior. Presidiu a Comissão Nacional de População e Desenvolvimento, CNPD, de 1995 a 2002. Membro das Comissões Consultivas dos Censos Demográficos dos Anos 1991, 2000 e 2010, da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE. Membro Fundador da Associação Brasileira de Estudos Populacionais, ABEP, 1977. Membro da International Union for the Scientific Study of Population, IUSSP, do Population Association of Americas, PAA e daAssociación Latinoamericana de Población, ALAP.

     

    Sua participação em estudos populacionais no Brasil contribuiu para abrir novos enfoques e paradigmas na demografia. Tem realizado muitos projetos de pesquisa, alguns deles tratando de problemas de saúde pública, de grande atualidade e de não menor gravidade, como é o caso do HIV/AIDS. Entre as pesquisas que coordenou nos últimos anos pode-se destacar a"Pesquisa Nacional sobre Reprodução Humana", realizada com apoio do International Development Reserarch Centre (IDRC), o Population Council, e a FINEP, realizada em 1973-1978. "Estudo da Fecundidade dos Estados Brasileiros em 1970", realizada em 1974-1975, e o "Estudo Multicêntrico da Morbi-Mortalidade Feminina no Brasil", realizado em 1995-1999, ambas com apoio da Fundação Ford do Brasil, "Saúde Reprodutiva da Mulher Negra", realizada em 1991-1993, e o "Programa para Formação de Pesquisadoras Negras", realizado em1994-1996, patrocinados pela Fundação MacArthur, "Comportamento sexual da população brasileira e percepções do HIV/Aids", edições de 1998 e 2005, e a "Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Criança e da Mulher ¿ PNDS 2006", que contaram com o apoio do Ministério da Saúde.

    Nos últimos anos, apresentou grande número de palestras e conferências científicas no Brasil e no exterior. Possui inúmeras publicações, entre livros e artigos, nas áreas de saúde reprodutiva, gênero, sexualidade e juventude. 


Foto do Cylon Eudóxio Tricot Gonçalves da Silva

Cylon Eudóxio Tricot Gonçalves da Silva

2013

  • Cylon Eudóxio Tricot Gonçalves da Silva nasceu em Ijuí (RS) em 1946. Graduadoem Física pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1967), possui mestrado (1971) e doutorado (1972) em Física pela Universidade da Califórnia Berkeley (UCB).

    Foi professor na UFRGS e, desde agosto de 1974, na Universidade Estadual de Campinas, onde fez sua carreira de professor universitário e pesquisador. No período 1978/1980 foi Maître-Assistant, depois Professor Visitante, na Universidade de Lausanne e Pesquisador Visitante na École Normale Supérieure (Paris). Em 1985/1986, foi Pesquisador Visitante na IBM, Yorktown Heights.

    É reconhecido pela atividade de implantação do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), o qual dirigiu entre 1986 e 2001. Criou e dirigiu a Organização Social ABTLuS (atual CNPEM) entre 1998 e 2001 para gerir o conjunto de laboratórios nacionais organizados em torno ao LNLS. Desenvolveu pesquisas sobre propriedades magnéticas e eletrônicas de materiais (transições metais-isolante, transições de fase magnéticas, estados de superfícies e defeitos), e estudos sobre super-redes semicondutoras semimagnéticas.

    Tem cerca de 70 artigos publicados, 5 livros editados, diversas comunicações em eventos científicos e artigos de divulgação científica publicados na imprensa. Fez parte do comitê editorial  dos periódicos científicos Solid State Communications e Journal of Magnetism and Magnetic Materials.

    Recebeu a bolsa Guggenheim (1978), o prêmio "Personalidade da Tecnologia" do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (1991), condecoração como Comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico (1998) e Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico (2001). Eleito Membro Titular da Academia Brasileira de Ciências em 1991. É Professor Emérito da UNICAMP desde março de 2001.

    Foi membro do CA de Física e Astronomia do CNPq e primeiro presidente da Comissão Coordenadora dos Comitês de Assessoramento. Organizou a 2ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação e editou o Livro Verde da CT&I (2001). Coordenou estudo para a criação do Centro Nacional de Referência em Nanotecnologia e foi consultor do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE). Foi secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e, entre 2010 e 2013, presidiu a CEITEC Semicondutores S.A. Atualmente, é Coordenador Adjunto da FAPESP, nas áreas de Energia e Cooperação Internacional.


Foto do Victor Nussenzweig

Victor Nussenzweig

2013

  • É graduado em Medicina pela Universidade de São Paulo (1953) e Ph.D. pela Universidade de São Paulo (1958). É ProfessorTitular desde 1971 no Departamento de Patologia da New York University School of Medicine. Em 1987, obteve os cargos de Professor Hermann M. Biggs no mesmo Departamento. É também Professor Visitante da Royal Postgraduate Medical School em Londres. Tem experiência na área de Imunologia e Parasitologia, com ênfase na Imunobiologia dos estágios pré-eritrocíticos dos parasitas causadores da Malária e no Desenvolvimento de uma Vacina contra esta doença.
     
    Em 1998, foi condecorado com a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico (Presidencia da República do Brasil) e homenageado como Membro Honorário  da Sociedade de Imunologia da Escandinávia e Doutor honoris causa  da Universidade do Chile (1993). Recebeu ainda os prêmios  "Wadsworth" - New York State Department of Health;  Prêmio "Bernhard Nocht" - Instituto Bernhard Nocht, Hamburgo; Prêmio "Carlos J. Finlay" de Microbiologia - United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization; e Prêmio "Dennis Thienpont" - Academia Real de Medicina da Bélgica, entre outros.

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