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Notícias
- Foto: TV Senado/Agenda EconômicaSeg, 14 Mai 2012 17:42:00 +0000
Economista Maria da Conceição Tavares ganha o maior prêmio de Ciência e Tecnologia do país
A economista Maria da Conceição de Almeida Tavares é a ganhadora do prêmio Almirante Álvaro Alberto para Ciência e Tecnologia de 2011. Ela recebe o prêmio nesta quinta-feira (17), às 11h, da Presidente da República, Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto. Às 16h30, a professora profere palestra na sede do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI).A economista Maria da Conceição de Almeida Tavares é a ganhadora do prêmio Almirante Álvaro Alberto para Ciência e Tecnologia de 2011. Ela recebe o prêmio nesta quinta-feira (17), às 11h, da Presidente da República, Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto. Às 16h30, a professora profere palestra na sede do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI).
O prêmio, que comemora 30 anos e tem a parceria da Fundação Conrado Wessel e da Marinha do Brasil, busca reconhecer pesquisadores brasileiros pelo trabalho realizado ao longo de sua carreira em prol do avanço da ciência e pela transferência de conhecimento da academia ao setor produtivo. O Conselho Deliberativo do CNPq, na edição de 2011, contemplou a área de Ciências Humanas, Sociais, Letras e Artes.
Para o presidente do CNPq, Glaucius Oliva, "o prêmio representa um esforço coletivo, entre o CNPq, a Fundação Conrado Wessel e a Marinha no sentido de fomentar cada vez mais a pesquisa no Brasil, e reconhecer o trabalho do pesquisador que tanto se esforça para melhorar as condições do nosso país. Além disso, com este prêmio estimulamos também a cultura do conhecimento, motivando assim mais vocações para as carreiras científicas".
Sobre a premiada ¿ Maria da Conceição Tavares é graduada em Matemática pela Universidade de Lisboa e em Economia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da qual é professora Emérita. Fez mestrado na Universidade de Paris II e doutorado em Economia da Indústria e da Tecnologia pela UFRJ.
Lecionou nas universidades Estadual de Campinas (Unicamp), Latinoamericana de Ciencias Sociales da Argentina, Nacional Autonoma do México, Pontifícia Universidade Católica do Chile e na Fundação Getúlio Vargas (FGV), entre outras instituições. Foi consultora de várias instituições entre elas, Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Comissão Econômica para a América Latina (Cepal), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Instituto Nacional de Investigação Científica (Inic), de Portugal.
Entre os prêmios e honrarias recebidas estão o título de Doutor Honoris Causa, da Universidade de Buenos Aires, na Argentina, Ordem de Bernardo O Higgins, Gran Official, do Governo do Chile, Oficial da Ordem de Rio Branco, do Ministério das Relações Exteriores (MRE), Ordem ao Mérito do Trabalho, do Ministério do Trabalho e Prêmio BNDES de dissertação de mestrado.
A economista também publicou dezena de artigos em livros e publicações nacionais e estrangeiras, publicou e organizou mais de dez livros e publicou capítulos em mais de 20 livros.
O Almirante Álvaro Alberto - O Almirante Álvaro Alberto (22/04/1889 a 31/01/1976), ao longo de mais de meio século, permaneceu em contato com a ciência. Estudou Engenharia na Escola Politécnica do Rio de Janeiro e na École Centrale Técnique de Bruxelas, Bégica. Frequentou a Escola Naval do Rio de Janeiro.Por mais de 30 anos dedicou-se ao magistério sem abandonar suas pesquisas. Idealizador e primeiro presidente do CNPq, então Conselho Nacional de Pesquisas, o Almirante Álvaro Alberto também foi o representante brasileiro na Comissão de Energia Atômica (CEA) das Nações Unidas (ONU) e presidiu a Academia Brasileira de Ciências (ABC).
Assessoria de Comunicação do CNPq
Foto: TV Senado - Programa Agenda Econômica (www.senado.gov.br/noticias/tv)
- Qua, 16 Mai 2012 21:43:00 +0000
Deputado destinará 50% dos royalties do Fundo Especial para educação
O relator do Projeto de Lei 2565/11, que estabelece regras para a partilha dos recursos dos royalties do petróleo, deputado Carlos Zarattini (PT-SP), disse que modificará o texto aprovado no Senado para fixar as áreas que devem ser beneficiadas pelas verbas dos royalties que vão para o Fundo Especial dos Estados e Municípios.O relator do Projeto de Lei 2565/11, que estabelece regras para a partilha dos recursos dos royaltiesdo petróleo, deputado Carlos Zarattini (PT-SP), disse que modificará o texto aprovado no Senado para fixar as áreas que devem ser beneficiadas pelas verbas dos royalties que vão para o Fundo Especial dos Estados e Municípios.
Pela proposta do relator, 50% desses recursos deverão ser aplicados em educação; e os outros 50%, em infraestrutura e tecnologia. "Temos condições de dar mais passos à frente para vincular esses recursos para ciência e tecnologia. Estamos debatendo com setores do governo e há divergências. Há aqueles que defendem que o dinheiro deve ir para o Fundo Social", disse.
A declaração foi dada no ato público realizado hoje (16) na Câmara dos Deputados promovido pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). A entidade representa 104 instituições de pesquisa e educação de todo o país.
O presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), Glaucius Oliva, disse que todos os países que enfrentam crise econômica estão aumentando os recursos destinados à ciência e tecnologia. "Isso está ocorrendo na Europa e nos Estados Unidos. É fundamental destinar parte dos recursos do petróleo para alavancar o desenvolvimento do país. Não podemos condenar as futuras gerações ao subdesenvolvimento", declarou. (Com informações da Agência Câmara)
- Foto: Marcelo GondimQua, 16 Mai 2012 19:04:00 +0000
Instituição húngara adere ao programa Ciência sem Fronteiras
O presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), Glaucius Oliva, assinou nesta quarta-feira (16) com o secretário geral da Conferência de Reitores Húngaro (HRC), Zoltán Dubéczi, acordo de cooperação em Ciência, Tecnologia e Inovação.
O objeto do acordo é a promoção de uma ação conjunta entre as duas instituições a fim de apoiar e complementar o programa Ciência sem Fronteiras (CsF). As atividades a serem desenvolvidas serão definidas por meio de chamadas públicas, plano de trabalho ou outro instrumento selecionado entre o CNPq e a HRC. A validade do acordo de cooperação é de cinco anos.
O CsF, criado em dezembro último, visa a proporcionar a formação e capacitação de pessoas com qualificação superior em universidades, em instituição de educação profissional e tecnológica, e excelentes centros de pesquisa no exterior. Objetiva ainda atrair talentos e pesquisadores estrangeiros para atuarem no Brasil, em áreas de conhecimento prioritárias do programa.
Assessoria de Comunicação Social do CNPq
Foto: Marcelo Gondim
- Ter, 15 Mai 2012 14:09:00 +0000
Evento de INCT visa expandir capacidade acadêmica e industrial na área de sistemas embarcados
O Instituto Nacional de Sistemas Embarcados Críticos (INCT-SEC) e a Sociedade Brasileira de Computação (SBC) promovem entre os próximos dias 21 e 25 a Conferência Brasileira de Sistemas Embarcados Críticos (CBsec). O evento, apoiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), visa agregar habilidades e competências necessárias para o desenvolvimento de sistemas embarcados críticos.
A edição deste ano, que ocorre na Pontifícia Universidade Católica (PUC), em Campinas (SP), objetiva expandir as capacidades acadêmicas e industriais no ensino, treinamento, pesquisa e desenvolvimento nas áreas de veículos autônomos aéreo e terrestre por meio de apresentações e exposição.
Nos cinco dias serão reunidas e discutidas ferramentas científicas e tecnológicas, aplicações e metodologias com impacto social e econômico em áreas estratégicas como agricultura, segurança, defesa, automotivo, aviação, satélite e ambiente.
Da programação constam a apresentação de 18 trabalhos e palestras com convidados do exterior, entre eles Neville Hogan, do Massachusetts Institute of Technology (MIT), e Söeren Kemmann, do Instituto Fraunhofer, da Alemanha.
Além do CNPq apóiam o evento a Capes, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) a Academia Brasileira de Ciências (ABC), a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), o Centro Latinoamericano de Estudios en Informática (Clei), a Sociedade Brasileira de Automática (Sba), a Sociedade Brasileira de Microeletrônica (SBMicro) e a Sociedade Brasileira de Pesquisa em Transporte Aéreo (SBTA). (Com informação da Ascom do INCT-SEC)
Confira programação da CBsec 2012 aqui.
- Seg, 14 Mai 2012 21:35:00 +0000
Estudantes de baixa renda farão exame gratuito de proficiência em inglês
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, e representantes do British Council no Brasil anunciaram nesta segunda-feira (14), uma parceria para dar a dois mil estudantes de baixa renda a chance de fazer exame de proficiência em língua inglesa, gratuitamente. O acordo faz parte do programa Ciência sem Fronteiras (CsF) dos ministérios da Educação (MEC) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, e representantes do British Council no Brasil anunciaram nesta segunda-feira (14), uma parceria para dar a dois mil estudantes de baixa renda a chance de fazer exame de proficiência em língua inglesa, gratuitamente. O acordo faz parte do programa Ciência sem Fronteiras (CsF) dos ministérios da Educação (MEC) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
O British Council, organização do Reino Unido, atua internacionalmente para estreitar relações culturais e criar oportunidades educacionais. Com a parceria, os britânicos farão um investimento de aproximadamente R$ 1,6 milhão, que financiará, além dos exames de proficiência, quatro mil livros preparatórios e 40 mil exames de nivelamento.
Para essa parceria serão considerados de baixa renda os bolsistas do Programa Universidade para Todos (ProUni); os beneficiários do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e do programa Bolsa-Família; estudantes com renda familiar inferior a seis salários mínimos (R$ 3.732); candidatos que cursaram o ensino médio em escola pública ou em instituições particulares na condição de bolsistas. Para concorrer à bolsa, os candidatos devem ser indicados pelos coordenadores do CsF e disputar uma das vagas do programa para o Reino Unido.
Também presente à solenidade, o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, destacou a importância da língua inglesa para o acesso ao programa. "Mais de 30 mil bolsas do Ciência sem Fronteiras têm o inglês como idioma necessário para o bom aproveitamento do estudante", disse.
Desafio¿ De acordo com o ministro Mercadante, a língua é um desafio a ser superado para abrir oportunidades aos estudantes com maior mérito acadêmico. Ele lembrou que um dos requisitos para participação no programa é o candidato obter, ao menos, 600 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). "Muitos jovens pobres conseguem os 600 pontos, obtêm desempenho excelente nos estudos e estão habilitados a participar do Ciência sem Fronteiras, mas carregam uma deficiência na formação da língua do país ao qual querem ir", destacou.
Além das nações que têm o inglês como idioma oficial, Coreia do Sul, Bélgica e Holanda oferecem em inglês seus cursos vinculados ao CsF. (Com informações da ACS/MEC)
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