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A Coalition for Epidemic Preparedness Innovations (CEPI) com apoio do Horizonte 2020 lança nova chamada de vacinas para Covid-19.  Parceria global criada em 2017 com objetivo de desenvolver vacinas para evitar epidemias. A nova chamada está aberta até o final de setembro, mas as propostas serão avaliadas a cada três semanas para garantir o financiamento da pesquisa em tempo hábil.

A União Europeia co-financiou a chamada com 100 milhões de euros para apoiar o rápido desenvolvimento e a fabricação global de vacinas para Covid-19. O apoio da UE faz parte do compromisso de investir 1 bilhão de euros do programa de pesquisa e inovação da UE, Horizonte 2020, em pesquisas urgentemente necessárias para testar, tratar e prevenir a Covid-19.

Metade deste financiamento -50 milhões- já havia sido planejado no âmbito da parceria entre a Comissão e a CEPI. A quantia foi dobrada após o surto de coronavírus.

Confira a chamada em  https://cepi.net/wp-content/uploads/2020/07/Call-text_COVID-19_CfP_C2ii_web.pdf


Ao longo dos anos, o Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST) vem oferecendo uma série de atividades que despertam no público o interesse por temáticas da Astronomia, a exemplo de palestras, oficinas e observação do céu pela Luneta 21. Para ampliar esta ação, a Coordenação de Educação em Ciências do MAST desenvolve, desde 2018, o Curso de Astronomia para Visitantes, uma de atividade solicitada pelo público mais assíduo do Museu e que costuma esgotar todas as vagas de inscrição. Como tornou-se necessária a adaptação à nova realidade em tempos de combate ao novo coronavírus, a iniciativa vai migrar do auditório do MAST para a internet, criando uma oportunidade para alcançar um número maior de pessoas além do Rio de Janeiro. O novo formato do curso, que é totalmente grátis, vai estrear no Canal do MAST no YouTube - acessível pelo link https://www.youtube.com/channel/UCeN8E-sECPS7EqXUF9HY6cg - no próximo dia 17, às 17h, com um tema que celebra os 100 anos do grande debate com que iniciou a compreensão da imensa complexidade do Universo: Astrofísica Extragaláctica.

Este módulo on-line será realizado ao longo das segundas, quartas e sextas-feiras até o dia 31 de julho. Para quem estiver interessado basta preencher o Formulário de Inscrição, que está disponível pelo link   https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdvVPQrH91DOHcN35IH6iBJ5YIwpN6K7VHYktpbX8OO_75CMw/viewform . 

Curso de Astronomia para Visitantes deseja trazer neste módulo os conceitos que permitem entender como se estimam distâncias no Universo, a estrutura das galáxias, os métodos com que são analisadas, os estudos sobre as maiores estruturas do Universo - os aglomerados de galáxias - e sobre as mais energéticas e exóticas fontes de radiação observadas, as galáxias de núcleo ativo (AGNs), que contém no seu interior os buracos negros mais poderosos existentes.

Sobre o tema

Astrofísica Extragaláctica é o estudo das grandes estruturas do Universo, que começou a partir desses debates e que não para de trazer descobertas inquietantes. As primeiras duas décadas do século XX foram um tempo de revoluções científicas sem precedentes, em todos os campos, desde a Matemática até a Antropologia. Em Astronomia, a classificação espectral de miles de estrelas se converteu também na opção de trabalho das primeiras mulheres astrônomas profissionais. A construção de telescópios cada vez mais potentes permitia enxergar objetos cuja existência nem era suspeitada no fim do século XIX. Em 1918, o astrônomo Heber Curtis, observando a "nebulosa" M87, identificou uma estrutura em forma de jato que literalmente rachava esta nebulosa, algo nunca antes visto, cuja natureza apenas se podia lançar hipóteses sem muitos fundamentos.

Em 1920, Curtis e o astrônomo Harlow Shapley participam de um intenso debate sobre um tema que gerava discussões desde o fim do século XVIII: O tamanho real da Via Láctea. Estabelecer ¿os limites da Galáxia¿ era um tema acirrado, que implicava em definir se todos os objetos observados faziam parte desta estrutura ou se estavam ligados a outras "grandes nebulosas". Os critérios para resolver esta discussão se transformaram em um dos episódios mais relevantes da ciência do século XX e se materializaram, poucos anos depois, na abertura de muitas janelas para observar o céu e para começar a entender o Universo como um ente em evolução e não como uma coisa estática.


A Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (FAPEMIG), apoia a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (SEDE), através do Hub MG, na busca por soluções tecnológicas em universidades capazes de sanar o desafio de um dos maiores grupos siderúrgicos do mundo. As soluções acadêmicas selecionadas serão apresentadas a empresa e poderão ter teste remunerado por ela.
 
A solução selecionada será acompanhada pelo Hub MG, um programa de inovação aberta que conecta desafios de organizações públicas e privadas a soluções tecnológicas ao redor do mundo. "Ciclos Privados, como este, contribuem para que nossas médias e grandes empresas continuem se desenvolvendo eficientes, inovadoras e competitivas em Minas Gerais. Muito bom poder contar com o alcance e relevância que a FAPEMIG tem dentro da academia para termos as melhores propostas possíveis", explica Thales Luan Dias, coordenador do Hub MG.
 
Desafio de aço
 
Os cilindros são parte do processo siderúrgico de laminação à frio, responsável por afinar e dar acabamento às chapas metálicas que serão comercializadas. Ao final do seu ciclo produtivo espera-se reaproveitá-los na produção de aço como matéria-prima, devido ao seu interior de ferro fundido. Para serem reaproveitados, os cilindros precisam ser cortados em pedaços de até 450kg para serem comportados pelo Fornos Elétricos a Arco (FEA).
 
Contudo, os cilindros possuem 7mm de revestimento de aço ao cromo, substância que possui coeficiente de dilatação diferente, que ao ser aquecido durante técnicas de oxicorte (corte com oxigênio)  não resiste e espalha estilhaços metálicos extremamente afiados, colocando os trabalhadores em risco. Dessa forma inviabiliza a utilização dessa técnica sem a retirada do revestimento ou a proteção adequada dos envolvidos. Sendo assim, a empresa busca uma solução que permita cortar esses cilindros em pedaços menores e reaproveitá-lo em sua produção de forma segura, sustentável e economicamente viável.
 
Os interessados devem apresentar solução para o seguinte desafio: "Como um dos maiores grupos siderúrgicos do mundo pode cortar cilindros de laminação à frio de forma segura, sustentável e economicamente viável?",  até o próximo dia 20 de julho pelo e-mail hubmg@desenvolvimento.mg.gov.br